“Instinto Selvagem”, Stephen Endelman

Filme: Instinto Selvagem
Direção: Charles Winkler
Ano: 1992
Música: Basic Instinct – Main Title
Composição:Stephen Endelman
Trilha Sonora do Filme: Stephen Endelman

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“Avatar”, James Horner

Filme: Avatar
Direção: James Cameron
Ano: 2009
Trilha Sonora: James Horner
Música: Avatar Trailer Music
Compositor: James Honer

“Educação”, Lone Scherfig, 2009

Educação

“Educação”, é um filme da diretora dinamarquesa Lone Scherfig, com roteiro de Nick Hornby, de “Alta Fidelidade”, e baseado nas memórias de Lynn Barber. Aparentemente uma historia simples, mas que tem mais nas entrelinhas do que realmente aparenta.

Jenny Carey (Carey Mulligan) tem 16 anos e vive com a família no subúrbio londrino em 1961. Inteligente e bela, sofre com o tédio de sua adolescencia. Seus pais alimentam o sonho de que ela vá estudar em Oxford, e ela corresponde a vontade dos pais, apesar de ser atraída por algo maior que isso. Quando conhece David (Peter Sarsgaard), homem charmoso e cosmopolita de trinta e poucos anos, vê um mundo novo se abrir diante de si. Ele a leva a concertos de música clássica, a leilões de arte, e a faz descobrir o glamour da noite, deixando-a em um dilema entre a educação formal e o aprendizado da vida.

E é aí a grande questão do filme. Que tipo de “educação” seria a melhor, a mais válida? Existe realmente uma melhor e uma pior? Dentro desse questionamento, que é o principal e que aparentemente está em segundo plano, temos o romance, a historia de amor.

Jenny juntamente com sua familia, até então, tem como foco principal estudar para conseguir uma bolsa na Universidade de Oxford. Jenny tem ânsia pela liberdade, por conhecimento, por cultura,  e esse é o caminho para que ela saia daquela vida comum, e para seus pais, educação é a herança que eles podem deixar para Jenny, visto que são pessoas simples.

Ao conhecer David, Jenny se encanta com o mundo que ele o apresenta. Jenny passa conhecer lugares, a viajar, conhecer pessoas novas, interessantes, ter acesso a coisas que não tinha antes, além de David, ser um homem sagás, esperto, de boa lábia e atraente. David, além de Jenny, consegue conquistar os pais dela também. O pai é severo e caxias com seu planejamento de Jenny ir para Oxford. Alfred Molina está em um ótimo desempenho como o pai da personagem

Mas nem tudo são flores, e nem poderia, ou o filme ficaria sem conflito. Jenny e David viajam juntos, e ela percebe algo estranho em seu comportamento. Percebe algumas atitudes suspeitas em David e os dois discutem. Mas voltam a se entender. Tudo volta a caminhar bem, até a reviravolta final do filme.

Entre a reviravolta amorosa, há atitudes em Jenny que até entã ela nunca havia feito. Ela sente-se mais madura, impõe suas vontades, argumenta com sua professora, com seus pais e com sua diretora. Uma ótima participação de Emma Thompson. Mas ao final, há também a redenção de Jenny. Mas agora ela já não é apenas uma garotinha, arca com as consequências e amadurece com tudo que acontece.

O roteiro não é dos mais inovadores. Na verdade, existe uma infinidade de clichês românticos, mas que são importantes para a construção do filme. A conclusão não é um veredito, mas uma forma encontrada por Jenny para resolver a sua vida.

Interessante observar a cena em que Jenny visita sua professora e ao vêr sua casa, se emociona em estar de frente da historia de vida da professora. Diferente do que se aprende com os livros, uma frase define Jenny: “Ação define o carater, se não fizermos algo, nunca seremos ninguem”. Dentro desse pensamento ela busca sua felicidade.

A direção de arte e o figurino são muito bem cuidados. As interpretações são o ponto forte do filme. Jenny, Carey Mulligan, faz muito bem a garotinha que se apaixona, sofre e amadurece ao decorrer do filme. Foi indicada à vários prêmios, inclusive o Oscar.

O filme não é óbvio e nem tão rasteiro como pode parecer a uma primeira vista. Por isso é bom prestar atenção no que de fato se discute durante seus 95 minutos. Não é o melhor filme do ano, mas é um filme, sobre amores e conhecimentos, sobre amadurecimento, que deve ser visto com atenção.

Jair Santana

“Blad Runner”, Vangelis

Filme: Blad Runner
Diretor: Ridley Scott
Ano: 1982
Compositor: Vangelis

Sobretudofilmes – Membros

São os membros responsáveis por tudo referente ao grupo e pela realização dos curtas. Estão em todos os projetos, podendo ser direta ou indiretamente envolvidos. Sempre atuando em suas áreas específicas.

 

Jair Santana

Diretor, Produtor, Publicitário e Editor do Blog

 

Ricardo Goes

Compositor, Professor de Canto 

 

Danielle Martins

Diretora de Arte e Cenógrafa

 

Marcelo de Andrade

Roteirista e Historiador

Sobretudo Filmes

O Grupo Sobretudo Filmes, teve sua formação a partir da produção do curta “Quase Todas as Mulheres do Mundo”, em 2005, filme realizado através da Escola de Cinema Darcy Ribeiro, que agregou em sua produção estudantes e profissionais da área de  cinema e teatro e música. 

Após a produção do filme, sentiu-se, a necessidade de uma continuidade de produção audiovisual mesmo sem o patrocínio (contando apenas com apoio de algumas empresas)  ou  prêmios em editais.

Formado hoje inicialmente por 6 pessoas, que comprometeram a entrar nessa empreitada, bancando e trabalhando a realização de trabalhos, o grupo “Sobretudo Filmes”, pretende buscar, a cada novo projeto, novas pessoas, profissionais e parcerias.  E é claro, procurar também entrar em editais e buscar patrocinadores, para dar continuidade a essa produção, possibilitando assim longa vida ao grupo.

O primeiro curta metragem do grupo  Sobretudo Filmes,  foi “A Décima Vez”, direção de Jair Santana e roteiro de Marcelo de Andrade. Com Rafael Raposo e Cínara Legal no elenco principal. O curta é livremente inspirado na música “Pela Décima Vez” de Noel Rosa. O segundo curta, “Os Infames”, teve também de direção de Jair Santana e roteiro de Marcelo de Andrade, entre os atores principais, Cauã Raymond e Bianca Comparato, todos como parceiros do projeto. 

Além de buscar apoio em empresas, contamos com dois “padrinhos”. A atriz Dirá Paes, a mais atuante atríz brasileira no cinema brasileir,e o ato/diretor e roteirista Domingos de Oliveira, que entram como parcerios nos projetos do grupo “Sobretudo Filmes”

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