Laís Bodanzky, 1969 –

Laís Bodanzky

Laís Bodanzy

Diretora paulistana, nascida em setembro de 1969,  Laís Bodanzky, é hoje uma das grandes promessas do cinema brasileiro. Formada em cinema pela FAAP, seu primeiro curts em 1994, “Cartão Vermelho”, já chegou chamando atenção pela ousadia. O curta ganhou vários prêmios no Brasil e participou de vários festivais internacionais. Esse seu primeiro curta, a diretora já formou parcerias que duram até até hoje, como Fabiano Gullane, que posteriormente, com seu irmão Caio Gullane, tomariam a frente do que hoje é uma das mais fortes produtoras do país.

Em 1999 realizou ao lado de Luiz Bolognesi dirigiu seu primeiro longa, que veceu o Prêmio Especial de Juri em Gramado. Essa parceria posteriormente se transformou em casamento, e os dois juntos, realizaram mais três longas, com Luiz Bolognesi roteirizando e Laís Bodanzky na direção.

Junto com Luiz Bolognesi é proprietária da Buriti Filmes, que mais que uma produtora de cinema, se classifica como uma produtora cultural. Realizando projetos intinerantes, cursos, produzindo teatro.

Em 2001 essa parceria Luiz e Laís resultou no polêmico “Bicho de Sete Cabeças”, roteiro de Bolognesi adaptado do livro “Canto dos Malditos” de Astraugésilo Carrano. A temática do filme rendeu muitas dificuldades para capitação de recursos do mesmo. Drogas, hospício, preconceito, afastaram muitos patrocinadores, oque fez com que a produção quase desistisse do projeto. Concluido o filme, “Bicho de Sete Cabeças” rendeu muitos prêmios, principalmente nas categoria Filme, Direção e Ator. O ator Rodrigo Santoro, foi indicado a Laís Bodanzky pelo grande ator de teatro, Paulo Autran, que na época trabalhava junto com Rodrigo no seriado “Hilda Furação” da TV Globo. No total, o filme foi vencedor de 48 prêmios, no Brasil e no exterior. Os não patrocinadores devem ter se arrependido profundamente.

Em 2005 dirigiu sua primeira peça de teatro, “Essa Nossa Juventude”, texto de de Kenneth Lonergan., produção de Maria Luiza Mendonça e Christiane Riese, no elenco Paulinho Vilhena (que também virou seu perceiro de trabalho), Gustavo Machado e Silvia Lourenço.

Ainda de 2005, Laís Bodanzky e o marido, Luiz Bolognesi, mantêm o Cine Tela Brasil, projeto Itinerante de exibição gratuita de filmes em cidades dos estados brasileiros de São Pualo, Rio de Janeiro e Paraná.O  projeto é mantido com o apoio cultural do Sistema CCR (Companhia de Concessões Rodoviárias), empresa que comanda várias concessionárias de rodovias brasileiras, entre elas a NovaDutra (que controla z Via Dutra, principal ligação rodoviária entre São Paulo e Rio de Janeiro).

Em um caminhão, o Cine Tela Brasil leva pelo país uma grande tenda de 13m x 15m, onde são instaladas 225 cadeiras, equipamento profissional de projeção 35mm, tela de 7m x 3m, som estéreo surround e ár condionado. Toda a estrutura é montada e desmontada em cada cidade para a exibição. As sessões tem sempre como atração, a exibição de um filme brasileiro de longa-metragem. O projeto promove até quatro sessões diárias de cinema. Até final de julho de 2007, o projeto havia visitado 111 cidades, promovendo 1.355 sessões, e abrangendo um público de mais de 260 mil pessoas (taxa média de ocupação da sala foi de 86%).

Em 2008 veio seu terceiro longa, roteiro de Bolognesi, “Chega de Saudade”. A historia agora se passaria em um baile. Um clube de dança em São Paulo, com o elenco em sua maioria, atores mais velhos, acima dos 60 anos, o filme conta a historia durante uma noite nesse clube de dança, Do abrir suas portas até o término do baile. Mais uma vez, a diretora foi prêmiada em alguns dos maiores festivais no país, e tambpem o filme teve ótima aceitação for a do pais.

Em 2010 a diretora lança seu ultimo trabalho, o filme  “As Melhores Coisas do Mundo”. O roteiro de Luiz Bolognesi sai da terceira idade de “Chega de Saudade” e vai para a adolescência. É também uma adaptação, doa série de livros “Mano” de Gilberto Dimenstein e Heloisa Prieto. Aparentemente seria um filme mais facil, mais leve. Talvez seja, porém não menos crítico, não menos sério. Os temas abordados, homossexualidade, drogas, preconceito, continuam alí, porém com uma nova leitura, uma nova roupagem. A realização do projeto demorou três anos até seu lançamento, Este foi o primeiro filme a utilizar uma música dos Beatles, e foi a primeira vez que que Laís utilizou a internet em sua divulgação.

Leia aqui a entrevista com a diretora Laís Bodanzky

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