“Exterminador do Futuro 4 – A Salvação”, McG, 2009

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Exterminado do Futuro 4 - A Salvação

Não é o melhor filme da série “O Exterminador”, mas com certeza será lembrado como o mais emocionante dos quatro. “O Exterminador do Futuro IV – A Salvação” é o quarto de um série que já virou um clássico da ficção cientifica, virando quadrinhos e até série de tv (essas bem menos apreciativas que os filmes).
 
Dirigido pelo diretor que assina como McG, diretor de “As Panteras”, o  novo “Exterminador” tem como principal diferencial as incríveis cenas de aventura. Já existentes nos primeiros, aqui a dose de adrenalina é elevada ao máximo (uma dica, se puder assista o filme com o som THX assinado por George Lucas).
 
O roteiro é um tanto confuso, como nos filmes anteriores, a ida e vinda no tempo está presente na historia, mas isso acaba nos confundindo com tantos personagens presentes em vários tempos de uma mesma historia. O roteiros que originalmente seria de Paul Haggis (“Crash – No Limite”  e “Menina de Ouro”), foi reescrito e ficou a cargo dsa dupla John D. Brancato e Michael Ferris, do péssimo “Exterminador do Futuro 3 – A Rebelião das Máquinas“.

Orçado em 200 milhões de dólares, o filme teve uma campanha inovadora para seu lançamento com direito a cartaz exclusivo para internet. O filme fez boa bilheteria, mas no Brasil, não chegou ao primeiro lugar, perdendo para o brasileiro ” A Mulher Invisível” de Cláudio Torres.

 

 

Para os fãs mais ardorosos das primeiras duas versões, o “Exterminador 4 – A Salvação”  vem com boas referências dos primeiros filmes, como a famosa frase “I’ll be back” (Eu voltarei), a música “You Could Be Mine” do Guns’n Roses, tema de “Exterminador 2” como o congelamento e descongelamento do robô exterminador. Na verdade, parte a ação final do filme acontece em cenário muito parecido com o cenário onde acontece as ações finais de “O Exterminador do Futuro 2”. Local cheio de máquinas, aço derretido e muitas escadas.

Mas as referências não param por aí, no filme podemos assistir perseguições aéreas entre penhascos que nos remetem as sequências de “Star Wars”, e não há como não lembrar de Mad Max 2 no visual apocalíptico adotado por McG, com direito a veículos correndo no deserto e a caça por gasolina. E por fim, ainda temos a referências a “Guerra dos Mundos” com o robô que captura humanos e até mesmo o som que ele emite, a ainda “Matrix Revolutions”, com uma arma que pode destruir as máquinas com envio de ondas que não atinge os humanos.

Mesmo com roteiro confuso, algumas interpretações duvidosas e um floreio de frases clichês do tipo “Todos merecem uma segunda chance”, o quarto filme da série “O Exterminador do Futuro” promete, e consegue divertir e nos proporcionar boas sequências de ação. Pode não ficar para historia do gênero como ficaram o primeiro e o segundo filme, mas por hora, é uma boa diversão.

Jair Santana

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