“Mamma Mia!”, Phyllida Lloyd, 2008

Mamma Mia!

Mamma Mia!

“Mamma Mia!” é um típico filme de domingo. Alegre, divertido, e boas músicas. Bom, “Mamma Mia!” é acima de tudo, um musical.

Estréia de Phyllida Lloyd como diretora de cinema, que também dirigiu a versão de “Mamma Mia!” montada na Broadway, depois de seu sucesso em Londres em 1999.

Graças a esse sucesso na sua versão para Broadway, Phyllida conseguiu das produtoras  52 milhões de doláres para sua realização.  Esse investimento teve retorno rápido, “Mamma Mia!” arrecadou  quase 28 só no seu final de semana de estreia nos EUA.

Apesar de falhas técnicas, que vão de montagens mal realizadas e fotografia feia em muitos momentos, e também, algumas interpretações super exageradas, talvez mais culpa da diretora que do próprio elenco, “Mamma Mia!” ainda assim, vale a ida ao cinema, principalmente para os que tem alguma ligação afetiva com as músicas do ABBA, pois a trilha toda do filme são as músicas  do pop grupo sueco de maior sucesso de todos os tempos.

Além de boas músicas, o filme conta com participações como de Meryl Streep, que SEMPRE vale conferir em qualquer atuação. A triz além de dançar, arrisca-se a cantar no filme. Maryl não foi dublada como acontece em muitos musicais que vão para o cinema.

Em alguns momentos faz lembrar dos velhos músicais hollywoodianos. Sem o glamour de antigamente, até mesmo por que a própria historia do filme tem outra realidade. Faz lembrar os números musicais, pelos personagens cantando e dançando pra lá e pra cá, com um grande número de dançarinos os acompanhando, enfim, essas coisas sempre presentes em grandes musicais.

Algumas cenas são risíveis, no sentido de meio rídiculas mesmo. Alguns personagens exagerados e a fotografia erra muito. Também temos um final feliz como todos do seu gênero, uma bela paisagem, alguns personagens engraçados e uma estória singela e romântica.

Mas a dica que dou é: não leve o filme muito a serio. Vá até onde o filme convidou a ir. Somente se divertir. Então divirta-se.

Jair Santana

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Uma resposta

  1. Diversão! O interessante desse filme, não é a história em si, já revisitada em tantos outros filmes, mas na figura da maravilhosa Meryl Streep(já vale a pena perdermos alguns minutos), que embora não seja o roteiro, a direção, me faz lembrar Hair, pois nos convida a nos levantarmos do sofá a cantar e dançar! Claro, é o ABA! Particularmente, considero esse filme razoável, num convite para sairmos leves e flutuando, sem grandes reflexões a serem feitas!

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