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	<title>Sobretudo Filmes</title>
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	<pubDate>Tue, 13 May 2008 21:37:50 +0000</pubDate>
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	<language>pt-br</language>
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		<title>“Na Natureza Selvagem”,  Sean Penn, 2007</title>
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		<pubDate>Fri, 09 May 2008 03:47:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>sobretudofilmes</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Opinião de Filmes]]></category>

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		<description><![CDATA[“Fuga do mundo ou talvez de si mesmo”. Se tivesse que sintetizar seria essa a frase principal pra resumir a vida do personagem Christopher McCandless vivido no aqui por Emile Hirsch, no filme “Na Natureza Selvagem”, ultimo filme de  Sean Pean como diretor.
O filme é de uma sutileza poética e é tão denso quanto [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p style="text-align:justify;"><img class="alignleft" style="float:left;" src="http://www.adorocinema.com/filmes/na-natureza-selvagem/na-natureza-selvagem-poster01.jpg" alt="http://www.adorocinema.com/filmes/na-natureza-selvagem/na-natureza-selvagem-poster01.jpg" width="272" height="399" />“Fuga do mundo ou talvez de si mesmo”. Se tivesse que sintetizar seria essa a frase principal pra resumir a vida do personagem <span class="style5">Christopher McCandless<span> </span>vivido<span> </span>no aqui por Emile Hirsch, no filme “Na Natureza Selvagem”, ultimo filme de <span> </span>Sean Pean como diretor.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span class="style5">O filme é de uma sutileza poética e é tão denso quanto os outros filmes do diretor, mas se perde um pouco na construção narrativa. Sean Peen parece parece estar se especializando sua filmografia em filmes densos, seja atuano ou dirigindo.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span class="style5">Mais que um road movie,o filme é uma forte crítica ao socialmente aceito ou o socialmente certo. O famoso “american way of life”, que aqui, é revisto e julgado pela nova geração, no caso, representado pelo personagem principal.,Christopher, que foge, não como o Renton em &#8220;</span>Trainspotting&#8221;<span class="style5"> de Danny Boyle</span><span class="style5">, que fugia por simplesmente se revoltar contra a sociedade, mas aqui, Cristopher foge dos falsos valores, da construção de uma falsa imagem de uma família feliz, do “ter” que é pregado a felicidade americana, e que sem saber como se portar diante de tanta hipocrisia, ele se retira de um mundo que conclui que não pode mudar.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span class="style5">Apesar de muitos acertos, o filme tem erros também. Como talvez na questão do tempo do filme, que poderia em vez de 240 minutos, ser um pouco mais sucinto, e permanecer nos tradicionais 90 minutos. O filme poderia ser contato sim com menos tempo, pois vê-se muito tempo se perder em imagens que não acrescentam. Outra mu</span>dança que poderia ajudar o filme, mas isso uma opinião bem pessoal, talvez seja a construção narrativa realizada de forma desconstruida, onde existe o presente e a historia contada em  flashback. Diz-se entre os roteirista que “flashbacks” são os últimos refúgios de uma historia que não se explica. Então usa-se o argumento do flashback para se explicar o que a historia linear não conseguiu.<span> </span></p>
<p style="text-align:justify;">Algo muito positivo no filme é a belíssima fotografia de Eric Gautier, fotografo dos ótimos “Medos Privados em Lugares Públicos” e “Paris, Eu e amo”. A fotografia de paisagens, são as mais difíceis de se realizar, acertar a luz natural com o rosto do ator, enfim&#8230;é uma fotografia difícil, mas quando acertada, muito confortável e agradável aos olhos. E esse foi o caso de &#8220;Na Natureza Selvagem&#8221;.</p>
<p style="text-align:justify;">Outro acerto muito claro foi a trilha do filme de Michael Brook, Kaki King e Eddie Vedder,que não atoa, foi ganhadora do Oscar de melhor trilha sonora de 2008. Uma trilha sensível, melancolia e bem casada na proposta do filme.</p>
<p style="text-align:justify;">“Na Natureza Selvagem” é um filme que apesar seu lado denso e sério, com fortíssimas questões familiares, tem uma certeza leveza filosófica ao tratar esses assuntos. Com algumas frases fortes, como quando o personagem, que em determinado momento descreve a felicidade, como algo longe das relações<span> </span>humanas, mas sim e simplesmente,<span> </span>estar em contato com a natureza,. Porém, no final de sua historia, conclui, de forma belíssima, que <strong>“A felicidade só existe quando é compartilhada”.</strong></p>
<p style="text-align:justify;"><strong>Jair Santana</strong></p>
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		<title>&#8221; O Diabo Veste Prada&#8221; de David Frankel , 2006</title>
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		<pubDate>Tue, 06 May 2008 17:14:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>sobretudofilmes</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Opinião de Filmes]]></category>

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		<description><![CDATA[Não sabia que ia me surpreender tanto com esse filme, visto preconceituosamente como &#8220;filme de mulher&#8221; ou um &#8220;cinemão bobo&#8221;. Fui assistir mais em função da Meryl Streep, que dispensa apresentações e comentário, que qualquer outra coisa. Também pela curiosidade de se tratar de uma adaptação de um bestseller mundial. Depois tive a grata surpresa [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p style="text-align:justify;"><img class="alignleft" style="float:left;" src="http://www.adorocinema.com/filmes/diabo-veste-prada/diabo-veste-prada-poster01.jpg" alt="http://www.adorocinema.com/filmes/diabo-veste-prada/diabo-veste-prada-poster01.jpg" width="248" height="348" />Não sabia que ia me surpreender tanto com esse filme, visto preconceituosamente como &#8220;filme de mulher&#8221; ou um &#8220;cinemão bobo&#8221;. Fui assistir mais em função da Meryl Streep, que dispensa apresentações e comentário, que qualquer outra coisa. Também pela curiosidade de se tratar de uma adaptação de um bestseller mundial. Depois tive a grata surpresa de reencontrar nas telas, a maravilhosa Anne Hathaway, que deu um belo show em &#8220;Brokeback Mountain&#8221;. Reunindo essas duas, fazer um filme ruim passar um atestado de incapacidade.</p>
<p style="text-align:justify;">O diretor David Frankel, diretor de poucos filmes para o cinema e de séria para TV, surpreende, pela sutileza, pela boa administração do filme, pra objetividade, leveza e por aparentemente, conhecer o que esta dizendo.</p>
<p style="text-align:justify;">A historia, o roteiro do filme, Aline Brosh McKenna, baseado em livro de Lauren Weisberger, conta mais do que aparentemente se esta vendo em primeiro plano. &#8220;O mundo fútil da moda&#8221;. Sim, fala um pouco sobre isso, mas isso é apenas a grande vitrine do filme. O filme fala muito mais sobre a geração workaholic, do eterno debate de &#8220;moda arte&#8221; e &#8220;moda futilidade&#8221;, de relacionamentos, de lobbys, enfim&#8230;o filme é muito mais sério do que se pode observar a primeiro plano. Mas compsem perder a leveza como já falei.</p>
<p style="text-align:justify;">E o melhor do filme está em perceber o que compõe esse plano de fundo. Suas sutilezas, seus desdobramentos, tentar chegar na profundidade do filme. Não se prendendo apenas ao que o filme nos mostra mastigado, sim o que ele nos trás nas entrelinhas.</p>
<p style="text-align:justify;">&#8220;O Diabo Veste Prada&#8221; é uma bela surpresa, um filme de domingo, com alguns vacilos na trilha sonora, mas ainda assim, uma boa trilha sonora. Com uma fotografia inteligente, grandiosa e muito funcional ao que o filme se propõe, com atores e atrizes perfeitos para os seus papéis, Meryl Streep merecia levar mais um Oscar, acabou não levando, seria seu quarto ou quinto, mas levou o Globo de Ouro e recebeu ainda indicação ao Bafta e ao MTV Movie Awards.</p>
<p style="text-align:justify;">Sua personagem é deliciosamente má, com um momento único de humanidade, que não dura mais que 2 ou 3 segundos, com um sorriso de ponta de boca, mas que diz muito sobre o que passa pela cabeça da poderosa empresária Miranda Priestly. E essa é a maior prova de uma boa atriz&#8230;.falar com os olhos, com o corpo, sem precisar realmente usar palavras.</p>
<p style="text-align:justify;">&#8220;O Diabo Veste Prada&#8221; surpreende, encanta, faz pensar, é agradável aos olhos, ou seja, é um filme que vale a pena. David Frankel, prova com o filme, que é de uma nova geração de diretores que chega pra se fazer “filmes de domingo” com algo a dizer.</p>
<p style="text-align:justify;">Jair Santana</p>
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		<item>
		<title>&#8220;Vida de Grade&#8221;, Angela Durans e Silas Matos, 2007</title>
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		<pubDate>Mon, 05 May 2008 17:42:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>sobretudofilmes</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Curtas]]></category>

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		<description><![CDATA[Sinopse:
Jovem executivo, apaixonado pela mãe e pelos filmes de Grace Kelly. Depois de um dia estressante dia de trabalho, sai correndo pelas ruas,libertando as lembranças do passado, em busca de suas próprias fantasias.
Equipe  do curta metragem Vida de Grace
DIREÇÃO: Silas Matos e Ângela Durans
ASS. DIREÇÃO: Jair Santana
DIREÇÃO DE ARTE: Jorge Uriel
FIGURINISTA: Fernanda Valente
ROTEIRO: Mariana [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><h3><img class="alignleft" style="float:left;" src="http://i264.photobucket.com/albums/ii191/jairsantana/Vida_de_Grace.jpg" alt="http://i264.photobucket.com/albums/ii191/jairsantana/Vida_de_Grace.jpg" width="189" height="274" /><strong>Sinopse:</strong></h3>
<p style="text-align:justify;">Jovem executivo, apaixonado pela mãe e pelos filmes de Grace Kelly. Depois de um dia estressante dia de trabalho, sai correndo pelas ruas,libertando as lembranças do passado, em busca de suas próprias fantasias.</p>
<h3><strong>Equipe  do curta metragem Vida de Grace</strong></h3>
<p>DIREÇÃO: Silas Matos e Ângela Durans<br />
ASS. DIREÇÃO: Jair Santana<br />
DIREÇÃO DE ARTE: Jorge Uriel<br />
FIGURINISTA: Fernanda Valente<br />
ROTEIRO: Mariana Vielmond<br />
FOTOGRAFIA E CAMERA: Bruno Diel<br />
ASS. FOTOGRAFIA : Alfonso Coser –<br />
MAQUIAGEM: Fernanda Santoro<br />
MONTAGEM: Litza Godoy<br />
PRODUÇÃO:  Helio Lambass<br />
ASS. DE PRODUÇÃO : Dani Vieira<br />
PLATÔ : Silvio de Andrade, Lucas Brandão, Alan Caferro<br />
STILL: Cyro Clemente<br />
AUDIO: Cláudio Ribeiro Cerdeira e André Linhares Pereira de França (Bolinha)</p>
<p><strong><br />
</strong></p>
<h3><strong> Elenco</strong></h3>
<p><strong> </strong><br />
<strong>Roberto: </strong>Gustavo Moriconi Genton<br />
<strong>Tenóerio:</strong> Roumer Canhães<br />
<strong>Ava:</strong> Karla Dalvi<br />
<strong>Grace: </strong>Rebeca Falcone<br />
<strong>Adolfo:</strong> Victor Freeland<br />
Roberto (10 anos): Renan Braga Nunes<br />
Policial : Luiz Haguiar<br />
Empresáios: Leandro Zanardi / Aldo Perrotta</p>
<img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/categories/sobretudofilmes.wordpress.com/65/" /> <img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/tags/sobretudofilmes.wordpress.com/65/" /> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/sobretudofilmes.wordpress.com/65/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/sobretudofilmes.wordpress.com/65/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/sobretudofilmes.wordpress.com/65/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/sobretudofilmes.wordpress.com/65/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/sobretudofilmes.wordpress.com/65/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/sobretudofilmes.wordpress.com/65/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/sobretudofilmes.wordpress.com/65/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/sobretudofilmes.wordpress.com/65/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/sobretudofilmes.wordpress.com/65/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/sobretudofilmes.wordpress.com/65/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=sobretudofilmes.wordpress.com&blog=2538486&post=65&subd=sobretudofilmes&ref=&feed=1" /></div>]]></content:encoded>
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	</item>
		<item>
		<title>&#8220;Quebrando a Banca&#8221;, Robert Luketic, 2008</title>
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		<pubDate>Wed, 30 Apr 2008 16:12:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>sobretudofilmes</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Opinião de Filmes]]></category>

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		<description><![CDATA[Sinopse
Um grupo de alunos superdotados, liderado por um professor de matemática, desenvolve um método capaz de quebrar vários cassinos de Las Vegas.
Opinião
Apesar de recheado de clichês, tipo, do nerd que conquista a garota mais bonita do colégio e do final previsível, &#8220;Quebrando a Banca&#8221; é uma boa diversão. O diretor Robert Luketic, de &#8220;A Sogra&#8221; [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p style="text-align:justify;"><img class="alignleft" style="float:left;" src="http://www.adorocinema.com.br/filmes/quebrando-a-banca/quebrando-a-banca-poster01.jpg" alt="" width="269" height="402" /><strong>Sinopse</strong><br />
Um grupo de alunos superdotados, liderado por um professor de matemática, desenvolve um método capaz de quebrar vários cassinos de Las Vegas.</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>Opinião</strong><br />
Apesar de recheado de clichês, tipo, do nerd que conquista a garota mais bonita do colégio e do final previsível, &#8220;Quebrando a Banca&#8221; é uma boa diversão. O diretor Robert Luketic, de &#8220;A Sogra&#8221; e &#8220;Legalmente Loira&#8221; surpreende na sua direção.</p>
<p style="text-align:justify;">A decupagem do filme é monstruosamente bem realizada. Todas as cenas são minuciosamente bem estudas, e ainda assim sem perder a naturalidade que lhes cabe. Duas coisas me chamaram muito atenção. A fotografia de Russell Carpenter, diretor de fotografia de &#8220;Titanic&#8221;, e a trilha sonora de David Sardy, muito bem selecionada.</p>
<p style="text-align:justify;">As atuações de Kevin Spacey, Laurence Fishburne e Kate Bosworth, os três principais, estão boas, mas nada tão marcante. Claro que ter Kevin Spacey e Laurence Fishburne, que nunca fazem feio, já é uma garantia de boas interpretações.</p>
<p style="text-align:justify;">O visual do filme, a direção de arte, que soube colocar muito bem em cores, contrastando o frio da escola e de Boston, com o quente dos cassinos de vegas e dos hotéis, das compras, enfim, nos fazem ficar muito bem situados em cada situações sem precisar nos dar explicaçe o interior dos personagens e de como aquele ambiente é encantador.</p>
<p style="text-align:justify;">O filme diverte, prende, mas também, não apresenta nada de novo e nem promete ficar pra historia, aliais, como todos os outros filmes de Robert Luketic, Mas quem disse que todo filme tem que ficar pra historia? O mais importante é cumprir seu papel, e isso ele faz.</p>
<p style="text-align:justify;">Jair Santana</p>
<p style="text-align:justify;">
<img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/categories/sobretudofilmes.wordpress.com/64/" /> <img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/tags/sobretudofilmes.wordpress.com/64/" /> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/sobretudofilmes.wordpress.com/64/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/sobretudofilmes.wordpress.com/64/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/sobretudofilmes.wordpress.com/64/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/sobretudofilmes.wordpress.com/64/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/sobretudofilmes.wordpress.com/64/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/sobretudofilmes.wordpress.com/64/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/sobretudofilmes.wordpress.com/64/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/sobretudofilmes.wordpress.com/64/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/sobretudofilmes.wordpress.com/64/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/sobretudofilmes.wordpress.com/64/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=sobretudofilmes.wordpress.com&blog=2538486&post=64&subd=sobretudofilmes&ref=&feed=1" /></div>]]></content:encoded>
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	</item>
		<item>
		<title>&#8220;Um Lugar na Plateia&#8221;- Danièle Thompson - 2006</title>
		<link>http://sobretudofilmes.wordpress.com/2008/04/16/um-lugar-na-plateia-daniele-thompson-fanca2006/</link>
		<comments>http://sobretudofilmes.wordpress.com/2008/04/16/um-lugar-na-plateia-daniele-thompson-fanca2006/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 16 Apr 2008 14:15:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>sobretudofilmes</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Opinião de Filmes]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://sobretudofilmes.wordpress.com/?p=63</guid>
		<description><![CDATA[Sinopse
Uma jovem chega a Paris sonhando em trabalhar no hotel Ritz, mas apenas consegue a vaga de garçonete em um café movimentado de artistas e intelectuais.
Opinião
Quem disse que comédias românticas tem que ser bobas ou melosas? Franck Capra que o diga, o diretor fazia comédias românticas leves e inteligentes. Hoje temos esse estilo quase em [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p style="text-align:justify;"><img class="alignleft" style="float:left;" src="http://www.adorocinema.com/filmes/lugar-na-plateia/lugar-na-plateia-poster04.jpg" alt="http://www.adorocinema.com/filmes/lugar-na-plateia/lugar-na-plateia-poster04.jpg" width="308" height="404" /><strong>Sinopse</strong><br />
Uma jovem chega a Paris sonhando em trabalhar no hotel Ritz, mas apenas consegue a vaga de garçonete em um café movimentado de artistas e intelectuais.</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>Opinião</strong><br />
Quem disse que comédias românticas tem que ser bobas ou melosas? Franck Capra que o diga, o diretor fazia comédias românticas leves e inteligentes. Hoje temos esse estilo quase em extinção.</p>
<p style="text-align:justify;">Bom, voltando a falar de “Um Lugar na Platéia”, pode parecer clichê, mas romance e Paris, parecem realmente terem sido criados um para o outro.</p>
<p style="text-align:justify;">Um filme cheio de personagens interessantes, todos eles com atores maravilhosos. Cheio de estórias paralelas que não nos confundem. A Jessica, interpretada pela atriz Cécile de France, é de um carisma impar. A fotografia de Jean-Marc Fabre é comportada, e até meio careta, mas funcional ao filme. O que realmente encanta no filme é o roteiro com conversas afiadas e inteligentes e os personagens MARAVILHOSOS. “Um Lugar na Platéia” e um filme sem vilões. O verdadeiro conflito em sua maioria são nossos problemas pessoais. A dificuldade de se relacionar, com as pessoas e com nossos problemas internos.</p>
<p style="text-align:justify;">Curioso perceber como a arte está envolvida em todas as situações, seja através do cinema onde o fictício diretor Brian Sobinski é interpretado pelo real diretor Sydney Pollack, através de arte plástica ou da música. A arte no filme é vital em tudo. Seja como um veiculo para demonstrar amor e paixão, ira e prisão, ou ainda cobiça e conquista de poder. Tudo, ou melhor, todos esses sentimento, são externados através da arte. Seja pela construção ou posse, de uma obra de arte. Essa relação que a diretora e roteirista Danièle Thompson nos coloca com relação a arte como um todo é muito interessante.</p>
<p style="text-align:justify;">Outro destaque é a boa trilha de Nicola Piovani. Alegre mas ao mesmo tempo com um toque nostálgico, e eu diria ainda, romântico o filme se propõe a ser.</p>
<p style="text-align:justify;">O filme, mesmo nos colocando essas situações sérias e reflexivas, consegue ser leve, engraçado e romântico. Um filme de domingo ( o dia que fui assistir), que acrescenta e diverte.</p>
<p style="text-align:justify;">Tem boa música, bons atores, ótimo roteiro. Enfim&#8230;cumpre bem com o que promete.</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>Jair Santana</strong></p>
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	</item>
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		<title>&#8220;Homem Aranha 3&#8243;, Diretor: Sam Raimi , 2007</title>
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		<pubDate>Wed, 16 Apr 2008 13:55:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>sobretudofilmes</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Opinião de Filmes]]></category>

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		<description><![CDATA[Sinopse
O sucesso como herói faz com que Peter Parker adiquira uma confiança exagerada, deixando de lado as pessoas que se importam com ele. Até que precisa enfrentar o Homem-Areia e lidar com um estranho uniforme negro, que passa a usar
Opinião
Decepção. Essa é a primeira palavra que me veio a cabeça após assistir o filme “Homem [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p style="text-align:justify;"><img class="alignleft" style="float:left;" src="http://www.adorocinema.com/filmes/homem-aranha-3/homem-aranha-3-poster01.jpg" alt="http://www.adorocinema.com/filmes/homem-aranha-3/homem-aranha-3-poster01.jpg" width="275" height="350" /><strong>Sinopse</strong><br />
O sucesso como herói faz com que Peter Parker adiquira uma confiança exagerada, deixando de lado as pessoas que se importam com ele. Até que precisa enfrentar o Homem-Areia e lidar com um estranho uniforme negro, que passa a usar</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>Opinião</strong><br />
Decepção. Essa é a primeira palavra que me veio a cabeça após assistir o filme “Homem Aranha 3”. Uma coisa é certa. Essa é a pior das aventuras cinematográficas do Aranha. O filme beira, pra não dizer que realmente o é, o cinema trash. O “Emo-Aranha”, como foi apelidado pelo público, pelo seu visual Emo, chega querer imitar os trejeitos do Jhon Travolta em &#8220;Embalos de Sábado a Noite&#8221;, e nem isso consegue. O Homem Aranha negro, deveria ser o melhor de todos na trilogia. Nos quadrinhos da MARVEL o Homem Aranha tem por excelência ter a parte psicológica muito forte, e o Homem Aranha Negro é o ápice desse momento psicológico nas historias do Aranha&#8230;mas diretor Sam Raimi errou a mão feio.</p>
<p style="text-align:justify;">Mas o que se podia esperar de um diretor de filmes como “Uma Noite Alucinante 1,2 e 3”?  Sam Raimi preferiu ir para esse lado de cinema trash que para o cinema mais sério. O Aranha da revista é cheio de piadinhas e comentários que tentam ser engraçados, mas o do filme é tragi-cômico. No pior sentido que isso possa nos parecer.</p>
<p style="text-align:justify;">O próprio compositor da trilha dos dois outros filmes, Danny Elfman se recusou a trabalhar neste filme, devido a diferenças criativas que teve com Sam Raimi desse filme para os anteriores.</p>
<p style="text-align:justify;">Os feitos especiais são ótimos, as cenas de ação muito bem feitas, mas essa é a única virtude do filme, e na verdade, esse é o mínimo que se pode esperar do filme mais caro da trilogia, chegando á módicos 250 milhões de dólares.</p>
<p style="text-align:justify;">Mas efeito especial nem um salva um filme com roteiro fraco, onde parece quis se  quis colocar 1000 aventuras em uma, sem o roteirista saber fazer isso. Decupagem fraca e preguiçosa, além de que, o filme, que teria que ser o mais sério da trilogia, tem sequências de se envergonhar, como a do Peter Parker, já como Aranha Negro, dançando no bar.</p>
<p style="text-align:justify;">Esse é mais um desses filmes, que não deveria existir. Para não envergonhar o maravilhoso personagem “Homem Aranha”, para não envergonhar a historia do cinema, e até para não envergonhar o próprio diretor. O problema é ele nem se percebe disso.</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>Jair Santana</strong></p>
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		<title>&#8220;Baixio das Bestas&#8221;, Diretor: Claudio Assis - 2007</title>
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		<pubDate>Wed, 16 Apr 2008 13:36:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>sobretudofilmes</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Opinião de Filmes]]></category>

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		<description><![CDATA[Sinopse
Um jovem se apaixona por uma garota de 13 anos, que é explorada pelo avô. E outras historias paralelas sobre o submundo de um lugarejo do interior de Pernambuco, deixado de lado pelos usineiros, pelo governo e por Deus.
Opinião
Pode-se dizer, que o Claudio Assis, mesmo com seu segundo longa, está construindo uma das carreiras, ou [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p style="text-align:justify;"><img class="alignleft" style="float:left;" src="http://www.adorocinema.com/filmes/baixio-das-bestas/baixio-das-bestas-poster01.jpg" alt="http://www.adorocinema.com/filmes/baixio-das-bestas/baixio-das-bestas-poster01.jpg" width="282" height="371" /><strong>Sinopse</strong><br />
Um jovem se apaixona por uma garota de 13 anos, que é explorada pelo avô. E outras historias paralelas sobre o submundo de um lugarejo do interior de Pernambuco, deixado de lado pelos usineiros, pelo governo e por Deus.</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>Opinião</strong><br />
Pode-se dizer, que o Claudio Assis, mesmo com seu segundo longa, está construindo uma das carreiras, ou melhor, uma das filmografia mais coerentes, inteligente e corajosas no novo cinema Brasileiro. Quem se surpreendeu com &#8220;Amarelo Manda&#8221; de 2003, seu primeiro longa, não vai se decepcionar em nada com &#8220;Baixio das Bestas&#8221;. É um filme que mantêm a mesma linha, mas que não se repete.</p>
<p style="text-align:justify;">Claudio Assis se mostra mais uma vez visceral no seu trabalho. No verbete popular, poderíamos dizer que ele  “se joga” em seu trabalho. Junto claro com uma equipe que acredita muito na &#8220;viagem&#8221; dele. Claudio vem trazendo uma decupagem milimetricamente pensada. A primeira e a ultima sequência são de chorar. Mas não somente essas, sua decupagem chama atenção em vários momentos do filme. Sem falar na sua direção de atores. Claudio, com a “Amarelo Manga” e agora com “Baixio das Bestas” vem provando ser um ótimo diretor de ator. O que nem todo diretor consegue. No filme, percebe-se muito, a mão do diretor. Percebe-se que é, acima de tudo, um filme autoral. Nosso maior diferencial do cinema brasileiro, do americano.</p>
<p style="text-align:justify;">A fotografia do Walter Carvalho e a câmera do Lula Carvalho, pai e filho respectivamente,  são perfeitas. Poéticas, ao mesmo tempo que “secas”, e percebe-se o cuidado de tornar o comum ao olhos, um quadro espetacular. Seja esse quadro de denúncia ou apologia artística.  E isso é alcançado.</p>
<p style="text-align:justify;">Outro grande destaque são os atores, dos consagrados como o Matheus Nachtergaele e Dira Paes,  a estrante Mariah Teixeira, e há ainda Caio Blat, Hermila Guedes, todos estão, como o diretor, numa entrega total.</p>
<p style="text-align:justify;">Matheus executa como mestre personagem Everardo. Aliais, como é de costume. Um personagem duro, que manipula os outros que o acompanham, por ser mais velho que a maioria de seus amigos, consegue isso como se fosse a “voz da experiência. Dira, como a prostituta Bela, é protagonista de uma das mais belas e ousadas sequências do filme. Em que ela dança e logo depois é violentada pelo grupo de playboys da cidade. Dira chega a um nível de amadurencimento em sua carreira, sem dar costas a trabalho como o de Claudio, que mistura o intectual com o experimentalismo. Isso faz bem e dá credibilidade a carreira de uma das atrizes mais importantes do cinema brasileiro. Dira assim como em “Amarelo Manga”, dá um show de interpretação e de verdade ao seu personagem. Além de chamar atenção pela sua beleza, não produzida. Caio Blat é outro que se destaca. Cícero, um playboy do interior, nos coloca que os playboys não são muito diferentes de onde quer que eles sejam. E Blat construiu seu personagem também com uma naturalidade impressionante. Temos ainda Mariah Teixeira e Hermila Guedes em papeis menores, mas ainda assim, chamando atenção pelas atuações.</p>
<p style="text-align:justify;">O filme toca, mostra, emociona, mas não é e nem pretende ser em nem um momento, um dramalhão ou mesmo um filme denuncia. Mais que isso, ele te mostra uma verdade pra te incomodar. Uma verdade que está ali do lado, perto de você, perto da sua cidade, ou na sua cidade.<br />
&#8220;O que você faz com essa verdade?&#8221;<br />
Acho que é essa a pergunta do filme. Vai pra casa? Come uma pizza? Faz algo por um mundo melhor?<br />
O Baixio retratado no filme, como o subúrbio de uma cidade no interior, não é só um subúrbio.<br />
O Baixio das Bestas, é apenas um lugar&#8230; que existe em cada um de nos.<br />
Traz a tona o pior que há em cada ser humano. A preguiça, inveja, ira. No Baixio, se mata, se estupra, usam-se pessoas, outras se submetem, enfim, é tudo muito palpável, muito real, e está tudo muito próximo.</p>
<p style="text-align:justify;">Aplausos para filme. Para a equipe. Para um cinema pensante como é o de Claudio Assis. Que com toda certeza, depois de filmes como &#8220;Amarelo Manga&#8221; e &#8220;Baixio das Bestas&#8221; já deixa sua marca para historia do cinema brasileiro. Mesmo que, &#8220;Deus nos Livre&#8221; ele não venha mais fazer nada de hoje em diante.</p>
<p style="text-align:justify;">Persebe-se que essa cara, que esse diretor, tem o cinema nas veias.</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>Jair Santana</strong></p>
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		<item>
		<title>&#8220;O Signo da Cidade&#8221;, Carlos Alberto Riccelli, 2008</title>
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		<pubDate>Wed, 09 Apr 2008 18:51:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>sobretudofilmes</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Opinião de Filmes]]></category>

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		<description><![CDATA[Sinopse
Um grupo de pessoas costuma ouvir um programa noturno de rádio, onde uma astróloga lida com suas angústias.
Opinião
Surpreendente. Por puro preconceito, ou mesmo ignorância, resisti assistir esse filme por algum tempo, até amigos e mesmo a crítica me entusiasmarem a ir a sala de cinema e tirar minhas próprias conclusões. Enfim, resolvi arriscar, escolhi um [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p style="text-align:justify;"><img class="alignleft" style="float:left;" src="http://www.adorocinema.com/filmes/signo-da-cidade/signo-da-cidade-poster01.jpg" alt="" width="280" height="388" /><strong>Sinopse</strong><br />
Um grupo de pessoas costuma ouvir um programa noturno de rádio, onde uma astróloga lida com suas angústias.</p>
<p><strong>Opinião</strong><br />
Surpreendente. Por puro preconceito, ou mesmo ignorância, resisti assistir esse filme por algum tempo, até amigos e mesmo a crítica me entusiasmarem a ir a sala de cinema e tirar minhas próprias conclusões. Enfim, resolvi arriscar, escolhi um bom dia, uma ótima companhia e fui. Afinal, se o filme realmente não prestasse, eu estava no mínimo com uma boa companhia.</p>
<p style="text-align:justify;">O filme estruturalmente falando lembra um pouco &#8220;Magnólia&#8221; do Paul Thomas Anderson ou  &#8220;Short Curts - Cenas da Vidas&#8221;,  do mestre Robert Altman. Vidas que seguem e se entrelaçam. Pequenos e marcantes pedaços da vida de alguns personagens. Até aí, nada de novo, pelo contrario, parece apenas uma releitura do que já se foi realizado. Mas o filme não é só isso. Com um clima nostálgico, de uma grande cidade onde o que realmente aproxima as pessoas é uma mídia, nesse caso um programa de rádio, o roteiro desenha as relações humanas de uma forma delicada e inteligente.</p>
<p style="text-align:justify;">A personagem principal, Teca, vivida por Bruna Lombardi, é uma astróloga (que inexplicavelmente em momento algum do filme lê o mapa astral das pessoas e somente cartas) que apresenta um programa de rádio, tentando através da leitura das estrelas, ajudar, aconselhar e até manipular as pessoas. Ao mesmo tempo, Teça, não consegue resolver problemas básicos de sua própria vida. Como seus relacionamentos, tanto familiar quanto amoroso.</p>
<p style="text-align:justify;">Personagens consistentes, roteiro bem desenhado e até arriscado com a quantidade de personagens secundários, boa fotografia de Marcelo Trota, que casa perfeitamente com o clima do filme, além boas interpretações, do elenco novo, mas com destaque especial para Juca de Oliveira  e Eva Wilma, que são protagonistas de duas das mais belas cenas do filme, faz com que esse filme, uma boa surpresa do cinema nacional que volta a falar do presente e do urbano.</p>
<p style="text-align:justify;">O filme toca e emociona sem cair na pieguice. Trata do cotidiano, de fraquezas emocionais de cada um, da vontade de ter certezas de suas escolhas, ou pelo menos, da errada &#8220;certeza&#8221; que cada um de nos tem dentro de si. Seja essa certeza da nossa própria vida ou da vida de quem nos cerca. E isso é colocado de uma maneira inteligente, e sem certezas. Nada no filme é definitivo, sem aquele “viveram felizes para sempre”. Tudo fica em aberto. Como deve ser.</p>
<p style="text-align:justify;">A música é outro destaque. Com letras do casal, o diretor Carlos Alberto Riccelli e a roteirista Bruna Lombardi, nas vozes de Caetano e Maria Bethânia. Apresentam um clima nostálgico, lento, melancólico que casam perfeitamente com o filme.</p>
<p style="text-align:justify;">Qualquer um que mora numa grande cidade irá se identificar com muita coisa colocada no filme. Pessoas com envolvimentos afetivos, relacionamentos com outras pessoas, seja família ou amigos ou amantes. Qualquer um que tenha certezas absolutas, ou que viva perto de quem tem, também encontrará essa identificação. Nada é definitivo. Nada está escrito nas estrelas. Tudo é mutável. Talvez seja essa a grande questão do filme.</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>Jair Santana</strong></p>
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	</item>
		<item>
		<title>&#8220;A Décima Vez&#8221;, Jair Santana, 2007</title>
		<link>http://sobretudofilmes.wordpress.com/2008/03/26/a-decima-vez-curta-metragem/</link>
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		<pubDate>Wed, 26 Mar 2008 18:50:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>sobretudofilmes</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Curtas]]></category>

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		<description><![CDATA[

Sinopse
Jorge, é um homem que se vê preso a uma paixão sustentada pelo costume de viver ao lado de uma mulher infiel. Inspirado na música &#8220;Pela Décima Vez&#8221;, de Noel Rosa, o curta recria seu universo.

Elenco
Rafael Raposo, Cinara Leal, Rebeca Falcone e Gabriel Micceli.

Histórico
&#8220;A Décima Vez&#8221; é o primeiro curta realizado pelo Coletivo Sobretudo Filmes, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p align="justify"><img src="http://i264.photobucket.com/albums/ii191/jairsantana/CartazADcimaVezjpg.jpg" alt="" width="463" height="638" align="absmiddle" /><strong></strong></p>
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<p align="justify"><strong>Sinopse</strong><br />
Jorge, é um homem que se vê preso a uma paixão sustentada pelo costume de viver ao lado de uma mulher infiel. Inspirado na música &#8220;Pela Décima Vez&#8221;, de Noel Rosa, o curta recria seu universo.</p>
<p align="justify">
<p align="justify"><strong>Elenco</strong><br />
Rafael Raposo, Cinara Leal, Rebeca Falcone e Gabriel Micceli.</p>
<p align="justify">
<p align="justify"><strong>Histórico</strong><br />
&#8220;A Décima Vez&#8221; é o primeiro curta realizado pelo Coletivo Sobretudo Filmes, que realizou o curta em um set de aproximadamente 18 horas de trabalho, em um único dia.  Todos os profissionais, doaram seu trabaho para que o curta pudesse ser execultado.  Através de permutas e doações, conseguimos alugar equipamentos e contratar técnicos e suprir os gastos básicos de produção.</p>
<p align="justify">
<p align="justify"><strong>Ficha Técnica</strong><br />
Roteiro: Marcelo de Andrade<br />
Direção: Jair Santana<br />
Produção: Sobretudo Filmes<br />
Direção de Produção: Marcelo de Andrade, Jair Santana<br />
Assist. de Produção: Ricardo Goes e Paloma Buquer<br />
Continuista: Luciane de Moraes<br />
Direção Músical: Ricardo Goes<br />
Fotografia: Claudio Brandão<br />
Assist. de Fotografia: Bruno Diel<br />
Som direto: Ricardo Goes e Fernando Dilton<br />
Direção de Arte: Danielle Martins<br />
Grupo Musical (Trilha Sonmora): Panela de Barro</p>
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		<title>&#8220;Onde os Fracos não tem Vez&#8221;,  Joel e Ethan Coen, 2007</title>
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		<pubDate>Fri, 22 Feb 2008 04:30:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>sobretudofilmes</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Opinião de Filmes]]></category>

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		<description><![CDATA[Sinopse
Um caçador pega uma valise cheia de dinheiro após encontrá-la com um traficante de drogas abandonado no deserto. Para recuperar o dinheiro é enviado um assassino psicótico, que precisará enfrentar também o xerife local.
Opinião
O filme, dos irmãos Coen, é uma crônica, da falta de crença na sociedade atual.  O velho oeste americano, sobretudo o [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p style="text-align:justify;"><img src="http://www.cinemaemcena.com.br/filmes/4088/cartazes/nocountryforoldmen_06.jpg" alt="" width="269" height="352" align="left" /><span style="color:#000000;"><strong>Sinopse</strong><br />
Um caçador pega uma valise cheia de dinheiro após encontrá-la com um traficante de drogas abandonado no deserto. Para recuperar o dinheiro é enviado um assassino psicótico, que precisará enfrentar também o xerife local.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><strong>Opinião</strong><br />
<span style="color:#000000;">O filme, dos irmãos Coen, é uma crônica, da falta de crença na sociedade atual. </span> O velho oeste americano, sobretudo o retratado em filmes com John Ford e John Wayne, onde ainda existia o mocinho e o bandido, aqui no filme dos Coen isso já não existe. Quem é mocinho, quem é bandido? O ex-veterano do Vietnã Llewenly, interpretado aqui por Josh Brolin, é um homem que, apesar de amar sua esposa, a trata como um capacho. O xerife Ed Tom Bell, na sempre brilhante atuação de Tommy Lee Jones, esta cansado, desacreditado, é ateu e está sempre, um, ou vários passos atrás do bandido. E o bandido, um psicopata frio, metódico e inteligente, que caiu nas graças de Javier Barden, que está fabuloso.</p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#000000;">O título original do filme &#8220;Nenhum país para homens de idade&#8221; diz muito mais do filme do que o título nacional. O velho oeste, os velhos hábitos, valores, costumes&#8230;não tem mais vez. Não existe mais país pra isso. Aí poderiamos até misturar os títulos, ou apenas pensar como o velho, sendo igual a fraco.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#000000;">O filme é violento sim, como tudo o mundo ao nosso redor. É frio, como o a maioria das pessoas, a cena em que o Llewenly foge no meio da cidade, do louco Chigurh, de Javier Barden, tudo acontece no meio da cidade, e os &#8220;tiros&#8221; parecem de balas perdidas. Niguem sabe de onde vem. Como o dia-a-dia de uma grande cidade como o Rio de Janeiro, por exemplo.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#000000;">O filme impressiona pela leitura descrente em tudo, inclusive na descrença em Deus. Uma das frases mais fortes, acredito eu, seja quanto o Xerife Bell, divagando sobre seu momento de vida, diz, &#8220;Sempre pensei, que quando envelhecesse, Deus entraria na minha vida. E ele não entrou&#8221;. A espera por algo melhor, que acabou não acontecendo. Agora, nada mais faz tanto sentido ou o encoraja.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#000000;">A falta de &#8220;o bem vence o mal&#8221; desagradará alguns espectadores. A falta do encontro dos 3 personagens principais, ou mesmo do confronto, incomodará outros, como me incomodou. Mas o filme é de uma inteligência e sutileza, que nos ganha por outros motivos.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#000000;">Os irmãos Coen utilizam o o silêncio, a sonoridade diegética pra falar mais que com palavras e música. E isso, é o máximo no cinema. Falar com imagens. A fotografia de Roger Deakins é árida, monocromática, casa com o filme, mas não chama atenção. Apesar de ser uma fotografia ganhadora de prêmios. Os Coen assinam o roteiro, a direção e a edição. Essa ultima com o pseudônimo de Roderick Jaynes. Sei lá por qual motivo o uso desse pseudônimo.</span></p>
<p style="text-align:justify;">
<div style="text-align:justify;"><span style="color:#000000;">Em &#8220;Onde os Fracos não tem Vez&#8221;, assim como &#8220;Fargo&#8221;, é uma grande crítica a sociedade americana. Então, os &#8220;velhos não tem vez&#8221;, e tudo é superficial, consumível (inclusive o silêncio dos dois adolescentes no final do filme) e caótico. Uma américa, onde não existe mais mocinhos e bandidos. Todos são cúmplices, ou melhor, todos fazem parte de uma mesma moeda.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><strong><span style="color:#000000;">Jair Santana</span></strong></p>
</div>
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